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Como ajudamos

Para a MIAR, manter animais em abrigos precários, sem que estejam asseguradas as condições necessárias ao seu bem estar físico e mental, é inconcebível. Não é nosso objetivo manter animais em jaulas ou boxes, em espaços diminutos, sobrelotados. A MIAR está, no entanto, a trabalhar para conseguir implementar uma utopia – um Santuário. O Santuário tem a vantagem de não cair sobre os animais a pressão da adoção. Assim, a MIAR só interfere, retirando animais da rua, quando se manifestam alguns fatores, nomeadamente:

 

1. Animais muito meigos, visivelmente vítimas de abandono;

2. Animais acidentados ou doentes, são retirados da rua, alojados em famílias e acolhimento e depois de recuperados, são devolvidos à colónia;

3. Animais cuja condição física os coloque em perigo constante no contexto de uma colónia. Animais cegos, surdos, com membros amputados, idosos, bebés, etc.

 

Nestas situações, recorremos a Famílias de Acolhimento Temporário, responsabilizando-se a MIAR por todas as despesas inerentes à permanência do animal numa casa de acolhimento. Os animais ficam em ambiente familiar até à sua devolução à colónia ou até à sua adoção definitiva.

Por isso, se é sócio da MIAR e precisa da nossa ajuda para animais de rua, contacte-nos. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar ou aconselhar. Por vezes, a nossa ajuda é residual, uma vez que a nossa resposta é proporcional aos apoios que conseguimos obter.

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